Fez parte da banda Serpente, banda de rock que trabalhava músicas próprias e tocava covers do Iron Maiden, Black Sabath e Van Halen. Além de shows no SESC/PB e no Forródromo em Campina Grande no evento “Segunda Coletiva de Rock”.
Imagem: O rock paraibano dos anos 80/Fábio Queiroz de Medeiros e Rogério Maurício Nunes – João Pessoa: Marca de Fantasia, Editora Universitária/UFPB, 1998, pág. 59.

Em 1987, após o final da banda Serpente, o guitarrista é convidado para acompanhar o grupo Limousine 58. Infelizmente a banda se desfez em 1988 e a partir de então, Zé Filho passou a tocar com Ricardo Fabião, um dos integrantes que seguiu em carreira solo. Nessa mesma época montou a banda Filhos da P… que se apresentava em barzinhos, comícios e calouradas.
A seguir serão apresentadas algumas das suas principais realizações ao longo desses 40 anos de carreira artística e algumas comprovações através de links de sites de notícias, capas de CDs/LPs, folders, livros, etc. Outras comprovações, como matérias de jornais e revistas estão no arquivo ClippingJornalístico.pdf anexo.
Fez parte da banda Serpente, banda de rock que trabalhava músicas próprias e tocava covers do Iron Maiden, Black Sabath e Van Halen. Além de shows no SESC/PB e no Forródromo em Campina Grande no evento “Segunda Coletiva de Rock”. Comprovação: O rock paraibano dos anos 80/Fábio Queiroz de Medeiros e Rogério Maurício Nunes – João Pessoa: Marca de Fantasia, Editora Universitária/UFPB, 1998, pág. 59.
Em 1987, após o final da banda Serpente, o guitarrista é convidado para acompanhar o grupo Limousine 58. Infelizmente a banda se desfez em 1988 e a partir de então, Zé Filho passou a tocar com Ricardo Fabião, um dos integrantes que seguiu em carreira solo. Nessa mesma época montou a banda Filhos da P... que se apresentava em barzinhos, comícios e calouradas.
Integrou a banda Sociedade Anônima entre os anos de 1988 e 1990. Com a SA gravou um LP chamado “Marcas da Destruição” produzido em 1989 nos estúdios da Som Livre no Rio de Janeiro com a direção dos músicos Mu e Dadi, ex- integrantes da Cor do Som. Imagem: O rock paraibano dos anos 80/Fábio Queiroz de Medeiros e Rogério Maurício Nunes – João Pessoa: Marca de Fantasia, Editora Universitária/UFPB, 1998, pág. 62.
Imagem: Capa do LP Marcas da Destruição. Banda Sociedade Anônima. 1989.
Entre os anos de 1993 e 1999 fez parte da banda RUSH COVER, grupo criado pelo baixista e vocalista Waldir Dinoá que fez sua estreia no Teatro Paulo Pontes, em João Pessoa, no dia 7 de dezembro de 1991. Os integrantes nessa época eram Eduardo Montenegro (bateria) e Marcelo Macedo (guitarra) “ banda fixa que pudesse levar a música do Rush a outras partes. E o guitarrista Marcelo Macêdo, até por estar envolvido com vários outros projetos musicais, mostrou-se inadequado para acompanhar o pique que o projeto exigia. Para o bem geral da nação, acabou sendo substituído por Zé Filho, antigo companheiro de Edu Montenegro na banda Sociedade Anônima e um dos mais talentosos guitarristas da nova geração em João Pessoa. Entre 1993 e 1996, o grupo fez shows em Maceió, Natal, Fortaleza, Recife, João Pessoa e Campina Grande, sempre impressionando a plateia com a semelhança com a qual reproduziam o som do Rush original.
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